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Técnico precisará ter licença para trabalhar no Campeonato Paulista em 2019
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Marcel Rizzo

A Federação Paulista de Futebol avisou nesta quinta (7) aos 16 clubes da Série A-1, sua primeira divisão, que os treinadores precisão apresentar licenças para trabalhar já no Campeonato Paulista de 2019. Quem não tiver a documentação não poderá ser registrado e, portanto, não poderá participar da competição.

A medida acompanha o movimento da CBF, que também passará a exigir as licenças no Campeonato Brasileiro de 2019. Para a Série A-1, os profissionais deverão apresentar as licenças honorária, pro ou A para ter o registro aceito, ou comprovar matrícula de curso em andamento. Para as categorias de base (sub-20, sub-17 e sub-15) será exigida a licença B. A honorária é concedida pela CBF a profissionais renomados.

Ainda não está definido se a exigência será feita para as Série A-2 e A-3, segunda e terceira divisões paulista, respectivamente. A obtenção das licenças (Pro, A, B e C) é feita em cursos organizados pela CBF — desde 2016 a FPF também ministra os cursos de licenças B e C.

A CBF explica, em seu site, que as licenças Pro e A são para os treinadores que querem trabalhar em equipes profissionais que participam de competições por todo o país. No caso da Pro, somente técnicos convidados participam e precisam já ter a licença A. O custo é de R$ 19.130 para o curso.

Na A, que já abriria possibilidade de sentar no banco de reservas na Série A-1 Paulista em 2019, é preciso ter a licença B, ou ter passado cinco anos como técnico de time profissional. O valor do curso é de R$ 10.550, com carga horária de 270 horas. Para a licença B, que permite trabalhar na base, o valor é do curso é de R$ 7.710 e para a C, que qualifica para trabalhar em escolinhas de futebol, o valor é de R$ 5.600.


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